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"Evangelho sem cruz é religião sem graça e sem salvação"

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MUDE DE ATITUDE OU MUDE DE NOME

Certa vez, um determinado rei ameaçou o rei Alexandre, O Grande, de invadir seu reino. Seu exército era três vezes maior do que o de Alexandre, e com certeza, iria derrotá-lo. Mesmo com essa grande diferença, Alexandre reuniu seus soldados e disse: “- Vou lutar contra esse exército com ou sem vocês. Aqueles que quiserem lutar comigo, sigam-me”. Todos os soldados seguiram Alexandre, exceto um que se escondeu, pois teve medo de morrer.


Após três dias, o rei Alexandre chega com seu exército, vibrando pela vitória conquistada. Logo na chegada esse soldado fora trazido a sua presença, como prisioneiro, por haver se amedrontado e abandonado uma das batalhas. Alexandre o Grande, lhe perguntou: “-Qual o seu nome soldado?” E ele lhe respondeu: “-Alexandre, senhor”. O rei Alexandre lhe perguntou novamente em um tom mais elevado: “-Qual o seu nome, soldado? E a resposta foi a mesma: “-Alexandre, senhor”. Assim foi por algumas vezes. Até que Alexandre, o Grande lhe pegou pela roupa, o suspendeu e disse: “Mude de atitude ou mude de nome”.


Podemos usar a história como pano-de-fundo para avaliar nossas atitudes enquanto discípulos de Jesus. Não se pode estar ao lado de Jesus se o sentimento do coração não está associado ao seu sentimento de salvar o mundo. Não se pode seguir a Jesus se as atitudes andam na contramão do que ele ensinou e propôs para vida de um discípulo. Não se pode amar a Jesus se não estiver disposto a obedecê-lo em tudo. Portanto, as nossas atitudes têm que estar de acordo com as nossas palavras. Jesus não pode ser negado pelas nossas atitudes na vida. É como se dissesse a nós: “Mude de atitude ou não diga que é meu discípulo”.


PR. LEANDRO MENEGATTE

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ALMA DE PASTOR

Hoje se comemora o Dia do Pastor. Ele é chamado de pastor porque tem a incumbência de cuidar do rebanho composto por aqueles que creem no Senhor Jesus como único salvador. No entanto, há na Bíblia outros títulos referentes às várias facetas do pastorado. É chamado de ministro para manter permanentemente atitude e postura equilibrada, serena, sóbria, competente, discreta, poderosa e séria na defesa da fé e no testemunho de vida piedosa e cristã, tanto no planejamento quanto na condução espiritual, social e material do povo. É profeta porque é enviado para proclamar as verdades de Deus e denunciar os perigos e pecados que rondam suas ovelhas. É pregador e mestre com o dever de proclamar o Evangelho de Cristo, de admoestar na sã doutrina, convencer e educar os contrários, opositores e indiferentes. É o Anjo da igreja porque é o portador da mensagem de Deus para todas as pessoas. É o bispo ou administrador porque tem sob sua responsabilidade administrar, juntamente com os obreiros, a igreja.


Pastor porque cuida da igreja do Senhor à semelhança de um pastor de ovelhas cuidando do rebanho. Orienta, conduz às fontes de água e de alimento, defende contra os predadores, contra toda a sorte de perigos e intempéries, inclusive com vacinas para imunizá-las contra doenças. Quando feridas, ele pinça os ferimentos. O pastor vela pelo rebanho e pelas ovelhas individualmente. Ora com elas e por elas. Está permanentemente em estado de alerta, na defesa das ovelhas que estão sob o seu cuidado. Ele não as abandona em nenhuma circunstância. O título é simbólico, mas de total semelhança e aplicabilidade.


São diferentes títulos para o mesmo ofício. Todos convergem para um mesmo lugar: a alma de pastor. Ela está em sintonia com a vontade de Deus. Ela é submissa ao Deus-Pai, Deus-Filho e Deus-Espírito Santo para realizar, entre as ovelhas, a continuidade do Ministério do Senhor Jesus. E é essa alma que desejo ter a cada dia.


PR. LEANDRO MENEGATTE

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A LIÇÃO DO CACHORRINHO


Um menino entrou numa loja de animais e desejando saber o preço dos filhotes à venda o proprietário informou: “Entre 100 e 500 reais”. O menino tirou do bolso alguns trocados que somava apenas R$10,00. Convencido de que não poderia comprar pediu para apenas ver os filhotes. O dono chamou Lady que veio correndo, e atrás cinco bolinhas peludas. O que vinha por último andava com muita dificuldade e mancando. “O que há com ele?”, perguntou o menino. O dono da loja explicou que era uma doença na junta do quadril e que ele mancaria por toda a sua vida.

O menino se interessou pelo filhote desejando comprá-lo. - “Não, você não precisa comprá-lo. Eu lhe dou de presente”, disse o homem. - “Eu não quero que o dê pra mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros, e eu vou pagar por tudo. Na verdade eu lhe dou R$10,00 agora e mais R$5,00 por mês até completar o preço total”. Surpreso, o dono da loja contestou: - “Mas, ele não vai poder brincar, pular e correr com você”. O menino muito sério ergueu a perna esquerda da calça, deixando à mostra a prótese que usava para andar... Olhou bem para o homem e disse: - “Veja. Eu não tenho uma perna. Não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso”.

Às vezes desprezamos as pessoas que convivemos todos os dias ou na igreja por causa dos seus “defeitos”, quando na verdade somos tão iguais a elas. Desconsideramos que essas mesmas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem, não pelo que elas poderiam fazer, mas pelo que realmente são. E acima de tudo devemos nos lembrar que o sacrifício de Jesus na cruz foi por nós e pelas pessoas que muitas vezes desprezamos. E se você é o desprezado, saiba que Jesus pagou um grande preço por você. Você é especial!

Pr. Leandro Menegatte

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