Queridos leitores,
Neste mês de julho estou de férias, descansando com minha família no Rio de Janeiro. No dia primeiro de agosto estarei de volta com novas publicações. Até lá!
DESCANSO
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Postado por
Leandro Menegatte
ALEGRIA E TRISTEZA: AS CONTRADIÇÕES DO MINISTÉRIO PASTORAL
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A
igreja de Corinto rejeitou o ministério de Paulo, impugnou suas motivações,
zombou de sua mensagem, recusou sua liderança. Ele lhes escreveu duas cartas,
fez várias visitas, mas parece que nada funcionaria. Finalmente, em uma
derradeira tentativa de paz, Paulo envia Tito a Corinto em seu nome e aguardou
na Macedônia uma palavra daquele companheiro. A aflição de Paulo era intensa.
Ele escreve que em seu corpo não havia descanso enquanto aguardava, e sentia-se
atormentado a todo momento. No capítulo 5 diz que sua vida tornou-se combates
por fora e temores por dentro. Mas a igreja ouviu a Tito e se arrependeu. A
segunda carta aos Coríntios é a resposta às boas novas do seu companheiro Tito.
Paulo
escreveu claramente em um contexto pastoral. O seu testemunho reflete
perfeitamente os dois lados do ministério, a tristeza e a alegria. Ele envolve
essa reflexão pastoral em uma metáfora neste texto: “Mas graças a Deus...”. Sua vida pastoral era como o desfile do
vencedor, mas a alegria da vitória estava entrelaçada com a tribulação que
existe no ministério. Paulo não fala aqui de mero triunfo. Ele se refere aos
desfiles triunfais do exército romano. Ser cristão é como marchar em uma daquelas
grandes celebrações. Ao utilizar a metáfora com referência ao seu ministério
pastoral, ele enfatiza que o ministério é uma maneira diferenciada de marchar
no desfile triunfal de Cristo.
Os
cidadãos de Roma não viam as batalhas, mas o exército romano fazia deus
desfiles em Roma para que os romanos pudessem partilhar das vitórias do
exército. Nesses desfiles os prisioneiros eram apresentados perante o povo...
Esses desfiles romanos tinham dois lados, apresentavam a celebração alegre e o
choro desalentado, a alegria da vitória e a humilhação da derrota. O ministério
de Paulo continha a cruel realidade de uma marcha para a morte. A idéia do
texto não é a vitória de Paulo, mas a vitória de Cristo. O pastor aqui é
colocado em exposição como prisioneiro. O texto original nos sugere a seguinte
tradução: “Graças a Deus, que em Cristo
sempre nos coloca em exposição (como se fôssemos prisioneiros em procissão
triunfal de Cristo)”.
Neste
caso, para Paulo, o ministério é paradoxal. Ele era prisioneiro de Cristo, e
isso tornava-se motivo tanto de celebração com alegria como de angústias. Paulo
foi capturado por Cristo, tornou-se seu prisioneiro para que fosse instrumento
pelo qual vidas seriam abençoadas em seu ministério. Portanto, o ministério
pastoral, quer seja no primeiro século, quer seja no século vinte e um é feito
de dores e angústias que se mistura a alegria de ver. Portanto, o ministério
pastoral é: uma luta intensa e um fardo alegre.
Por
isso algumas conclusões:
1. Pastor não existe para controlar,
mas influenciar (Hebreus 13.7).
2. Não intimide o pastor com suas
expectativas. Geralmente as expectativas são irrealistas (Amós 3.7).
3. Não caia na armadilha de que é
capaz de avaliar o ministério do seu pastor. Se há alguma questão adversa resolva
na oração, não com pressões (1 Coríntios 4.1-3).
4. Facilite as coisas para o
ministério pastoral (Hebreus 13.17).
5. Respeite o pastor como homem de
Deus (1 Timóteo 1.12).
Postado por
Leandro Menegatte
VAI PARA TUA CASA!
Marcos 5.18-19
Percebemos que há um estado de humilhação. O homem ou a mulher
possesso são feitos marionetes. O diabo faz deles o que quer, destrói mesmo a
vida e a família. Mas graças a Deus que em Jesus Ele restaura tudo. Pois bem o
homem do texto estava assim, destruído. Satanás se apossou desse homem
violentamente humilhando-o completamente. A Bíblia diz que o diabo veio para
“roubar, matar e destruir”.
Esse texto fala algumas coisas sobre este homem. Mas pense neste homem
como alguém que tinha um pai, talvez tenha uma mãe, quem sabe tenha até mulher
e filhos. Veja esse homem como um ser humano. Você poderia ser esse homem aqui.
Nesse homem havia uma legião. Legião era o nome dado a um grupamento militar
romano que compreendia seis mil soldados. Então havia seis mil demônios nesse
homem.
Esse homem, segundo os historiadores, tinha aproximadamente 40 anos de
idade. 40 anos é a idade em que o sujeito diz “já vivi mais ou menos a metade
da vida”. É a idade que já é chamado de titio por alguns. Já tem muitas coisas
pra contar. Alguns são até vovô, vovó mesmo sem a velhice ter chegado. É a fase
em que o indivíduo tem que ser maduro; caso contrário, ao fazer algumas
estripulias não próprias da idade, alguns lhe diriam: Que ridículo! 40 anos é o
tempo em que a gente cai em si e percebe que já não tem todo o tempo na vida.
Então, esse homem do texto tem 40 anos. Mas veja o que diz sobre ele: era
de Gadara, cidade de Decápolis (v.1); vivia nos sepulcros (v.2); não dormia
(v.5); estava se destruindo (v.5); era endemoninhado. Foi possuído por uma
legião, seis mil demônios (v.13). As pessoas da cidade se mobilizaram tentando
de todas as formas conterem a fúria do endemoninhado, ajudá-lo de alguma
maneira, mas sem sucesso. O poder de Satanás é maior que o poder de uma cidade
ou indivíduo. Ou seja, ninguém conseguirá soluções para libertar o indivíduo.
Não adianta reza, benzedeira, sal grosso, óleo ungido. Só Jesus. Quando Jesus chega
a Gadara encontra esse homem e simplesmente diz: “espírito imundo saia dele
agora”. O Senhor liberta aquele homem causando espanto a todos que assistiram
aquilo tudo, mas principalmente a vida dos seus discípulos que quem
sabe nunca tinham pisado naquela terra maldita, nunca tinham visto aquele homem
maldito porque o religioso não quer lidar com o maldito. Mas deixa-me dizer uma
coisa, só há maldição onde Jesus ainda não pôs os pés.
É possível
que você esteja vivendo dentro de uma casa maldita. É possível que seu
relacionamento esteja sendo bombardeado por uma maldição que esteja rompendo
com coisas e trazendo desgraça, roubando a paz. Mas quero dizer que hoje o
Senhor pode entrar na sua casa, no seu relacionamento, em nome de Jesus. Assim
como o gadareno que era maldito até encontrar com Jesus, e quando Jesus o
libertou tornou-se um abençoado.
Agora,
preste atenção numa coisa. Esse homem após ser liberto, após ser operado um
grande milagre em sua vida, poderia andar com Jesus por todos os lados
testemunhando do que o Senhor fez. Mas Jesus não o permitiu por uma única
razão. Havia um projeto maior pra ele. Jesus ordenou: “Vai para a tua casa”.
Esse era um homem com uma capacidade grande de destruir, de fazer mal, de
desgraçar. Um instrumento nas mãos do diabo para arrebentar com tudo. Como
disse, o propósito do diabo é matar, roubar e destruir. Mas a Bíblia diz que
Jesus veio para “desfazer as obras do diabo”. Quando Jesus entra na nossa vida,
qual o primeiro lugar que Ele quer desfazer a obra do diabo? Jesus diz: “Volta
para casa”. Por que Jesus diz: “Volta para casa”?
- Porque
a família é o projeto número um de Deus
Quando Ele
pensa em felicidade, pensa em felicidade conjunta. Por isso diz: “Não é bom que
o homem esteja só”; “Deus faz que o órfão viva em família”. A solidão não é
projeto de Deus pra você.
Ele também
diz: “Volta para casa”...
- E
corrija seus erros
Quanto esse
homem não magoou a família... Jesus está dizendo, não adianta estar na minha
presença se há coisas a serem consertadas em sua família. Não adianta estar na
minha igreja todo o domingo, não adianta trabalhar pra mim... se sua família
está despedaçada, se sua família está enferma por causa de você. Agora, por que
seguir a Jesus as vezes não vale nada? Por que as vezes temos a sensação de que
seguir a Jesus é um projeto vão? Porque mesmo estando em lugares onde Jesus
está pessoas não são transformadas, não são restauradas? Quem sabe não é pelo
fato de seguir a Jesus, mas sendo daqueles que feriram, machucaram a família.
Você magoou sua família, você foi a razão da desgraça da família.
E Jesus
nesta noite diz “volta pra casa” e perde perdão. “Volta pra casa”, querido, e
corrija seus erros pra quem sabe assim você tenha condições de seguir a Jesus.
Mais importante que trabalhar por uma igreja é estar com a família. Querido,
você pode não estar na igreja, perder o culto, mas o culto se realiza do mesmo
jeito. E é uma bênção. Quem perde culto perde grande oportunidade. No culto
quando você não está presente você pode ser substituído. A festa continua. Mas
em casa não há como festejar sem o marido, não há como festejar sem a esposa,
sem o filho. Mais importante que a igreja é a família porque na igreja eu sou
substituído, mas em casa não.
Talvez
querido, se você percebe que seu projeto diante de Deus não tem fluído, talvez
esteja na hora de voltar pra casa. Há mulheres que se sentem viúvas de maridos
vivos. Há casais que se vangloriam porque não brigam, porque não passam por
crise. Espera aí! Como pode? Aí muitos dizem: Glória a Deus! Que casamento
abençoado! Mas casamento não foi feito pra não ter crise. Tem problema? Não!
Tem alegria? Não. Então, seu casamento está uma droga! Agora, a celebração no
casamento está na coragem de admitir: amor, eu errei. Perdoe meu erro.
Conclusão
Portanto,
querido, como está seu lar? Nele você sente como que uma grande maldição sobre
ele? Volta para casa. Mas não apenas num sentido físico; ou seja, de estar
dentro de casa, mas no sentido emocional, do coração. Volta para casa e leve
com Jesus com você. Onde Jesus põe os pés a maldição se retira. Abra hoje seu
coração para Jesus. Permita que ele faça um milagre em sua vida, restaure e
abençoe sua casa.
E se você,
querido, precisa de ajuda para libertar sua família venha nos visitar e teremos
muita alegria em ajuda-los. Que Deus os abençoe!
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Leandro Menegatte
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